Consenho Nacional do Café
23.08 - Federação dos Cafeicultores apresenta o V Prêmio Região do Cerrado Mineiro 22.08 - Cooxupé vai lançar “café para atletas” 23.08 - Cooperativas de MG se destacam em ranking da Revista Exame 22.08 - Colheita de cooperados da Cooxupé, até 19 de agosto, chega a 92% 22.08 - Cocatrel investe em diversas formas de comercialização para beneficiar seus cooperados 21.08 - Café especial: inscrições no Cup of Excellence – Brazil 2017 vão até setembro 21.08 - #CaféForte: Broca afeta 6% da produção de café do sul de Minas 18.08 - CNC - Balanço Semanal de 14 a 18/08/2017 17.08 - Vem aí a 3ª Feira de Negócios Cocatrel Minasul - FECOM 17.08 - Minasul participa da 4ª Feira de Negócios Coapeja 17.08 - Cooxupé deve receber menos café do que o esperado 16.08 - Colheita de cooperados da Cooxupé chega a 88% até 12 de agosto 16.08 - Cocatrel incorpora a M Coffees e amplia Departamento de Exportação e Cafés Especiais 16.08 - Minasul monta laboratório de informática em Escola Rural de Conceição do Rio Verde 16.08 - Café especial: Campeonato Brasileiro de Baristas ocorre em ambiente turístico e cultural 14.08 - 3ª FECOM traz inovação, intercooperação e tecnologia de ponta 14.08 - Safra do café deve ser ainda menor que a esperada no sul de MG 14.08 - Coopama realiza 13ª edição da FENEC 14.08 - Cooxupé dobra produção em planta de café torrado 11.08 - CNC - Balanço Semanal de 07 a 11/08/2017

Café do Brasil - Características agronômicas

Caracteristicas Agronômicas

Aspectos botânicos

O café pertence à família botânica Rubiaceae. Desde a primeira descrição do café, no século 18, os botânicos não têm conseguido fazer uma classificação precisa. Há provavelmente 25 espécies principais, indígenas, da África e de algumas ilhas do Oceano Índico. As dificuldades na classificação e na designação de uma planta como membro verdadeiro do gênero Coffea ocorre por causa da grande variação nas plantas e nas sementes. As duas mais importantes espécies econômicas de café são o arábica (Coffea arábica), que representa mais de 70% da produção, e o robusta (Coffea canephora). Outras duas espécies produzidas em pequena escala são a Coffea liberica e a Coffea dewevrei.

Café Arábica

O café arábica foi descrito a primeira fez por Linnaeus, em 1753. Crescem em altitudes de 900 a dois mil metros. Têm teor de cafeína relativamente baixo (entre 0,9% e 1,5%). Os frutos são redondos, suaves, levemente amargos, de cor achocolatada, com crosta lisa e perfume intenso. Há duas variedades botânicas distintas: arábica (typica) e bourbon. Historicamente, o typica foi cultivado na América Latina e na Ásia, visto que o bourbon chegou à América do Sul e na África mais tarde, através da colônia francesa do bourbon (Reunion). Destas variedades saíram muitas cultivares, como a caturra (Brasil e Colômbia), a Mundo Novo (cruzamento entre a typica e a bourbon, encontrada no Brasil), a Tico (América Central) e a anão San Ramon e montanha azul  (na Jamaica e Quênia).  Outras cultivares desenvolvidas para ter o máximo de retorno econômico e para condições regionais específicas são a Kent (Índia) e a Catuai (um híbrido da Novo Mundo e da Caturra). A planta média é um arbusto grande com as folhas ovais verde-escuros. As frutas são ovais e ficam maduras em 7 a 9 meses; contêm geralmente duas sementes lisas (os feijões de café). O café arábica é encontrado na América Latina, na África Central e do Leste, na Índia e em alguma extensão em Indonésia.

Café Robusta

Mais precoce, mais resistentes e mais produtiva que a arábica. É cultivada em terrenos baixos, com plantas de maior envergadura. Seus grãos são menos perfumados. A quantidade de cafeína é maior (entre 2% e 4,5%). O termo “robusta” é o nome de uma variedade cuja árvore tem frutas arredondadas e que demoram até 11 meses para amadurecer. As sementes são ovais na forma e menores do que aquelas da arábica. O café robusta é encontra na África Ocidental e Central, no Sudeste Asiático e a algumas extensões no Brasil, onde é conhecido como Conillon. A identificação das cultivares é confusa, mas as duas mais reconhecidas são robusta e Nganda.

Híbridos do arábica e robusta

Cafés produzidos para melhorar as características de crescimento, floração, rendimento, tamanho do feijão e forma, índice de cafeína, resistência a doenças e seca. Cruzamento entre o arábica e o robusta confere resistência e vigor a doenças. O híbrido Timor se assemelha ao arábica. Já o Catimor é o cruzamento do caturra e do híbrido timor, sendo resistente à oxidação da folha do café. O híbrido Ruiru 11 foi desenvolvido no Quênia, é resistente à doença da baga do café e à oxidação da folha. Por sua vez, o híbrido Icatu é resultado do cruzamento do arábica e robusta híbridos com as cultivares Mundo Novo e Caturra.

Fonte: http://guiamiguelin.com/index.html

    

NY - ICE US (US$ cents / lb-peso)
Contrato 22/08/17 23/08/17 Dif.
Set/17 125,85 126,25 0,40
Dez/17 129,10 128,70 - 0,40
Mar/18 132,70 132,30 - 0,40
ICE Europe (US$ por tonelada)
Contrato 22/08/17 23/08/17 Dif.
Set/17 2158 2131 - 27,00
Nov/17 2135 2100 - 35,00
Jan/18 2091 2065 - 26,00
SP - BM&FBovespa (US$/saca)
Contrato 22/08/17 23/08/17 Dif.
Set/17 151,50 152,05 0,55
Dez/17 156,45 156,95 0,50
Mar/18 157,65 157,15 - 0,50
CEPEA ESALQ/USP (R$ a vista)
Variedade 22/08/17 23/08/17 Dif.
Arábica 6 448,96 446,41 - 2,55
Robusta 6 410,96 410,10 - 0,86
Dólar Comercial
US$ 1 22/08/17 23/08/17 Dif.
R$ 3,1810 3,1421 - 0,04
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