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Notícias - Associados

#CaféForte: Veja como fazer o manejo de café com excelência
Canal Rural
29/05/2017

Henrique Bighetti

 

Em Guaxupé, importante região produtora do Brasil, são colhidos alguns dos melhores grãos do mundo.

 

Para se produzir um café de qualidade são exigidos cuidados que vão desde a colheita até o processamento do grão. Em cada uma das etapas, o produtor precisa conhecer a técnica e o manejo para não prejudicar o sabor da bebida. Nossa equipe foi até uma fazenda em Guaxupé, em Minas Gerais, para mostrar o manejo com excelência de um cafezal.

 

Tudo começa na colheita, que pode ser mecanizada ou manual, dependendo do tipo de terreno da região. Na fazenda do Gustavo Nehemy Faria, a retirada do produto é feita por máquinas e, nesta safra, o cafeicultor começou a colher mais cedo para aproveitar a qualidade dos grãos.

 

“Mesmo que faça um pouco de café verde, se você despoupar esse café, ele gera qualidade tanto quanto esperar o ponto certo e começar a cair café no chão, porque a colheita fica mais cara porque é preciso varrer o café do chão, prejudicando a qualidade e a perda pode ser de R$ 40,50 até R$ 100 por saco de café”, disse o cafeicultor.

 

Após a colheita, o café vai para o lavador, um equipamento que faz a primeira separação e os chamados “gRão boia” (pretos e com maturação menor) são separados dos grãos verdes, de maturação mais tardia, e dos cafés cerejas, que já estão no ponto ideal.

 

O produto de menor qualidade é enviado para o terreiro para ser secado junto com a casca e o restante vai para o despolpador. Segundo Gustavo, a estrutura é fundamental para agregar qualidade no café.

 

“Hoje um café despolpado vale entre R$ 50 a R$ 60 a mais que o preço normal e você tem um ágil de 10% a 12%, ganhando espaço no terreiro, tempo com a secagem e otimização no processo. Enquanto o café normal fica 15 dias no terreiro, o cereja fica de oito a nove dias”, contou.

 

Os cafés cerejas devem ser despolpados, já os grãos verdes podem passar pelo processo de secagem com ou sem a casca. Para retirar a casca dos cafés verdes é preciso deixar os grãos 24 horas na água antes de colocá-los no despolpador.

 

“Coloca-se em água para diminuir o risco de fermentação, pois para fermentar são precisos três fatores: açúcar, calor e umidade. Na água evitamos esse risco de fermentação, pois qualidade é sinônimo de preço”, analisou o assistente técnico da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), Adriano da Silva.

 

Após o processo de despolpamento, o café vai para o terreiro para iniciar o processo de secagem. Os grãos boia demoram até quinze dias para chegar no ponto ideal e os despolpados ficam em média sete dias no terreiro. Nesta etapa, o café deve ser mexido no mínimo doze vezes ao dia para retirar a umidade.

 

“No primeiro dia deve-se colocar o café em camadas bem finas no terreiro para evitar o risco de fermentação e para garantir uniformidade. A partir do segundo dia, precisamos "dobrar" o café. Por exemplo: se a produção está esparramada em 40 metros quadrados, nós vamos trazer para 20 metros quadrados”, explicou Adriano.

 

Em seguida o café passa pelo secador até chegar a umidade de 11% para ser beneficiado. Antes desta última etapa, é interessante que os grãos passem por um período de repouso. “Quanto mais o café descansa, as características dele aparecem mais na xícara, como corpo, gosto, açúcar e até o achocolatado no caso do cereja, aqui da nossa região”, finalizou o técnico da Cooxupé.

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Dez/17 129,10 128,70 - 0,40
Mar/18 132,70 132,30 - 0,40
ICE Europe (US$ por tonelada)
Contrato 22/08/17 23/08/17 Dif.
Set/17 2158 2131 - 27,00
Nov/17 2135 2100 - 35,00
Jan/18 2091 2065 - 26,00
SP - BM&FBovespa (US$/saca)
Contrato 22/08/17 23/08/17 Dif.
Set/17 151,50 152,05 0,55
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Variedade 22/08/17 23/08/17 Dif.
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