Na nossa região não existe outra cultura que distribua tanto dinheiro quanto o café. Infelizmente, há aproximadamente 10 anos, poucos produtores possuem renda para sustentar as suas lavouras, insistindo na manutenção dos seus sonhos a custo de juros altos.
Afinal, vivemos num regime Republicano que está alicerçado no princípio da igualdade, em que é justo que quem, em termos econômicos, tem mais pague proporcionalmente mais. Mas onde está o princípio quanto o assunto é a proteção da natureza? Quem protege por todos, paga por todos? É incoerente, não?
Código Florestal: parecer não é favorável ao "desmatamento", como tem sido veiculado, mas a favor do desenvolvimento sustentável baseado numa agricultura pujante, seja ela de assentados, agricultores familiares, pequenos, médios e grandes.
ABC ambiental: nova abordagem à proteção do meio ambiente
O MAPA lançou no dia 7 de junho o programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC) para financiar práticas que reduzam a emissão dos gases do efeito estufa. A iniciativa prevê a aplicação de R$ 2 bi em técnicas que garantem eficiência no campo, com balanço positivo entre sequestro e emissão de dióxido de carbono.
Brasil deve ter qualidade para oferecer diferencial a comprador
Apesar da aparente melhora das oportunidades para o café brasileiro, uma parcela dos cafeicultores se mostra insatisfeita com seu desempenho no mercado.
Os produtos exportáveis são balizados pelas bolsas internacionais devido à possibilidade da arbitragem. Se, por exemplo, o preço do café sobe muito no exterior, mais café será destinado ao mercado internacional e o preço doméstico será ajustado a esse preço.